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Ossos

 

 

A ribeira secou.
Foi terra adentro, foi céu acima.

Restam os seixos, como ossos limpos.
São uma multidão de rastos,
em cada um se descobre um rosto.

“A ribeira secou”; André Tecedeiro; 2021.

 

 

“Papel, pedra”; André Tecedeiro; desenho a grafite
colado sobre papel esquisso; 10,5 x 15 cm; s/d.

 

Important (objet trouvé); cartão impresso; 4,5cm x 5 cm; s/d.

Nasceu em 1979. É licenciado em Pintura e em Psicologia e mestre em Artes Visuais e em Psicologia do Trabalho e das Organizações. Publicou cinco livros de poesia, sendo o mais recente “A Axila de Egon Schiele” (Porto Editora, 2020).

Número #02
1. Nietzsche contra VAR ou a arte trágica de Maradona
2. caminhar desenhando o desejo, desenhar desejando o caminho, desejar o caminho desenhando-o,
3. Que raio de barco atravessa que raio de mar a caminho de que raio de porto? (II)
4. Ossos
5. . do escuro : Madonna dei palafrenieri .
6. Poema Sumário das Livrarias do Porto
7. O fim do ars gratia artis
8. La materia invisibile
9. Brilho
10. Era uma vez uma rosa negra
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